

A moradia básica em Noster Amaranthi é um apartamento de uma peça só com uma cama e um buraco no canto que se destampa para jogar o conteúdo do penico. Os habitantes compram a sua comida nos milhares de estandes, tavernas e ambulantes, buscando água nas fontes públicas. Para quem pode pagar, existem prédios com espaços comunais com cozinha, banheiros, escravos compartilhados e cisternas ou poços. Os andares superiores são mais baratos, porque em caso de fogo, é mais difícil escapar. Incêndios acontecem todo ano e o método da milícia para apagá-los é normalmente destruir o prédio com ganchos e balistas, mas as ruínas resultantes são rapidamente reconstruídas. Outro problema é o barulho: artesãos martelando, padeiros trabalhando a noite inteira, mendigos pedindo e até adoradores histéricos. Como podem faltar moedas entre os pobres, as vizinhaças étnicas muitas vezes usam um sistema de obrigações mútuas, como se fossem uma aldeia.
Artesãos qualificados, comerciantes, médicos e nobres menores conseguem uma casa onde a cozinha, cisterna, banheiro e escravos são particulares. Esses habitantes costumam viver mais ao norte de Suburra, próximos da Avenida Imperial e conseguindo atenção da milícia, embora isso não garanta que crimes sejam resolvidos. A melhor alternativa é conseguir a atenção de um dos questores.
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